por CLAUDIO SCHAPOCHNIK*
Você já ouviu falar numa fruta chamada arando ou airela? E cranberry? Acredito que a segunda opção seja mais sensível aos seus ouvidos e à sua mente. É aquela frutinha bem vermelha produzida em vários países da faixa Sub-Tropical do planeta. Os Estados Unidos é o maior produtor mundial.
Para mostrar toda a versatilidade das cranberries na gastronomia, o Comitê de Marketing das US Cranberries (CMC) no Brasil, com sede em São Paulo, realizou um almoço com a imprensa no dia 23 de novembro. A data marcou ainda o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), data religiosa cristã celebrada nos Estados Unidos e outros países de cultura anglo-saxônica.
A escolha do dia da refeição não foi aleatória. As cranberries estão presentes nas principais receitas – como a do molho que acompanha o peru – que os estadunidenses preparam para a mesa do Thanksgiving.

O almoço foi realizado na filial paulistana da prestigiada mundialmente escola de gastronomia francesa, a Le Cordon Bleu.
O almoço maravilhoso, preparado na cozinha aberta da escola, teve a liderança do chef Alejandro Beltrán e da engenheira de alimentos Diana Céspedes – ambos colombianos –, com apoio do pessoal da Le Cordon Bleu.
A Colômbia é um país que conhece a cranberry bem mais, culinariamente falando, em comparação ao Brasil. Daí a escolha da dupla de profissionais.


“De acordo com uma pesquisa que fizemos, 39% dos brasileiros só ouviram falar das cranberries”, disse, em entrevista exclusiva ao QUE GOSTOSO!, o CCO da River Global, que representa o CMC no Brasil, Leonardo Silveira.
Por isso, o potencial de consumo da fruta é enorme por aqui. Por isso também que a promoção, por meio de almoços, por exemplo, visa ampliar esse conhecimento e que o mesmo se transforme em ações de consumo.
“Desde 1962, quando foi fundado, o CMC tem como missão principal promover a fruta no mundo”, completou Silveira. No Brasil, o CMC foi instalado há pouco mais de um ano.
“Cientificamente comprovada, as cranberries têm benefícios importantes para a saúde das pessoas, além de inúmeras aplicações na cozinha, seja para comer ou beber”, emendou o executivo.

No Brasil, de acordo com Silveira, encontrar as cranberries não é difícil. “As versões em suco – prontos ou feitos aqui com concentrado da fruta –, desidratada ou em pó, por exemplo, são encontradas na Zona Cerealista, em São Paulo, e nos supermercados.” O mais bacana: estão disponíveis o ano inteiro nessas três formas.
Para promover a fruta por aqui, a CMC mantém o foco no tripé formado pelos consumidores, pelo foodservice e pela indústria de alimentos.

No caso dos clientes finais, a página no Instagram do CMC, administrada pela River Global, alcançou resultados positivos na avaliação de Silveira. “Conquistamos mais de 13 mil seguidores e uma alta taxa de engajamento”, comemorou ele.
Outro canal de promoção é o site do CMC, que traz também várias receitas. “Algumas são originais e adaptadas e outras Made in Brasil.”
“Acredito que estamos no caminho certo da promoção das cranberries no País”, resumiu o executivo.
Agora, em relação ao almoço, o chef Beltrán e a engenheira de alimentos Diana ofereceram um serviço sensacional tanto no sabor quanto na apresentação com três bebidas, uma salada, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Tudo, claro, com a presença das cranberries de alguma forma.
Seguem abaixo as fotos das bebidas e dos pratos e os meus comentários. Resumindo em uma expressão apenas: que gostooooooso!














*O QUE GOSTOSO! almoçou a convite da River Global, que representa o Comitê de Marketing das US Cranberries no Brasil