Cantu é a importadora exclusiva da Bichot Foto 1 Divulgação Domaines Albert Bichot

Cantu é a importadora exclusiva da Bichot

Os vinhos da vinícola francesa, localizada na região da Borgonha, a Albert Bichot, são agora importados para o Brasil com exclusividade pela Cantu Importadora. São 22 rótulos da marca que passaram a integrar o portfólio da Cantu.

“Albert Bichot vem para completar nossa estratégia de portfólio e fortalecer nosso trabalho de on trade, em restaurantes, que será um dos pilares para 2023 na Cantu. Além disso, são vinhos premiados e prestigiados em todo o mundo por ser uma das marcas mais importantes da Borgonha”, diz o enólogo e coordenador de produtos da Cantu Importadora, Felipe Cesca.

“O potencial deste vinho premium no mercado brasileiro é muito grande e o portfólio da marca é amplo, o que nos ajuda a posicionar e distribuir Bichot em uma grande quantidade de clientes”, emenda Cesca.

Cantu é a importadora exclusiva da Bichot Foto 2 Divulgação Flore Deronzier
No alto, um dos rótulos da Albert Bichot (foto divulgação) e, acima vista de um dos vinhedos da vinícola na Borgonha (foto divulgação/Flore Deronzier)

RÓTULOS
Entre os rótulos de Albert Bichot que a Cantu passa a distribuir no Brasil, estão os Chablis, C´est La Vie, Vosne-Romanée e Meursault.

“Chablis é um vinho branco, 100% Chardonnay, produzido no vinhedo Domaine Long-Depaquit, em Auxerre. As uvas usadas para fazer esse vinho vêm de um mosaico de terroirs que traz uma complexidade única. Uma bebida agradável, com um aroma de notas minerais, flores e frutas brancas, bem equilibrado com o leve toque de amêndoas”, explica Cesca.

“Outro destaque é C´est La Vie, elaborado nas versões branco, tinto e rosé em Languedoc Pays d´Oc, no Sudoeste da França. No branco, as uvas são Chardonnay e Sauvignon Blanc. Um vinho agradável e frutado, com notas de frutas brancas e cítricas frescas, além de um leve toque de herbáceo e mineral. O tinto combina 50% de Pinot Noir e 50% de Syrah, resultando num vinho fresco, com aromas de cereja fresca, pimenta preta e especiarias. Já o rosé, combina as uvas Syrah e Grenache e é um vinho fácil de beber com aromas frutados e florais. É uma linha que segue à risca o conceito da tradução de Cest La Vie, que significa ´isso é vida´.”

“Já Vosne-Romanée vem de um dos mais renomados terroirs do mundo e a expressão máxima da Borgonha. Desta região saem alguns dos vinhos mais caros do mundo. Conhecido pela sua complexidade e potencial de envelhecer, quando jovem este rótulo demonstra aromas de frutas vermelhas com notas tostadas e defumadas, e com o passar do tempo evolui seus aromas para notas terrosas e trufas.”

“Não podemos deixar de falar do Mersault. Um dos vinhos brancos mais emblemáticos do mundo e símbolo da região, juntamente com Chablis. Sua elegância e estrutura, unidos a aromas que passam por frutas como pêssego, flores brancas, notas minerais e um ligeiro tostado, como baunilha, finalizam com um equilíbrio perfeito em boca.”

Os vinhos Albert Bichot variam de R$ 120 a R$ 3 mil cada.

A Albert Bichot tem mais de 100 hectares de vinhedos na Borgonha, na França, e foi passada de pai para filho desde 1831, quando Bernard Bichot fundou uma empresa de comércio de vinhos. Desde 1996, a empresa é comandada por Albéric Bichot, a sexta geração da família.

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